
E se não der eu continuo no faz de conta. Talvez eu chore até quando o meu coração tagarela quiser se transformar num rio de lágrimas ao invés de falar. Talvez eu construa uma imagem numa folha de papel qualquer: um pássaro, uma estrela, um cravo, uma flor. E nos dobre em amor, tentanto redobrar os velhos sonhos que por tempos não nos cabia mais. Eles não eram de papel e não se desmancharam nem se dissolveram com o tempo. Eles estão de pé, aqui. Basta eu querer, basta você querer. Se dobra em mim que eu me dobro em ti.
Jéssica Barreto e Lanza




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